1° TRI 24 – O CORPO DE CRISTO

 

O CORPO DE CRISTO

Origem, Natureza e Missão da Igreja no Mundo

Comentarista: José Gonçalves – Pastor da Assembleia de Deus em Água Branca (PI)

Sumario:

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Lição 01: A Origem da Igreja – Subsídio

Lição 01: A Origem da Igreja – Slide

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Lição 02: Imagens Bíblicas da Igreja – Subsídio

Lição 02: Imagens Bíblicas da Igreja – Slide

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Lição 03: A Natureza da Igreja – Subsídio

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Lição 04: A Igreja e o Reino de Deus – Subsídio

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Lição 05: A Missão da Igreja de Cristo

Lição 05: A Missão da Igreja de Cristo

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Lição 06: Igreja: Organismo e Organização

Lição 06: Igreja: Organismo e Organização

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Lição 07: O Ministério da Igreja

Lição 07: O Ministério da Igreja

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Lição 08: A Disciplina na Igreja

Lição 08: A Disciplina na Igreja

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Lição 09: O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja

Lição 09: O Batismo – A Primeira Ordenança da Igreja

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Lição 10: A Ceia do Senhor – A Segunda Ordenança da Igreja

Lição 10: A Ceia do Senhor – A Segunda Ordenança da Igreja

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Lição 11: O Culto da Igreja Cristã

Lição 11: O Culto da Igreja Cristã

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Lição 12: O Papel da Pregação no Culto

Lição 12: O Papel da Pregação no Culto

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Lição 13: O Poder de Deus na Missão da Igreja

Lição 13: O Poder de Deus na Missão da Igreja

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4 TRI 23 – ATÉ OS CONFINS DA TERRA

 

 

4 TRI 23 – ATÉ OS CONFINS DA TERRA

Pregando o Evangelho a todos os Povos até a Volta de Cristo

 

Comentarista: Pr. WAGNER TADEU DOS SANTOS GABY

É Pastor presidente da Assembleia de Deus em Curitiba. Conferencista, advogado, comentarista das Lições Bíblicas da CPAD e escritor de diversas obras, entre elas, As Doenças do Século, Planejamento e Gestão Eclesiástica e Relações Públicas para Líderes Cristãos, todas publicadas pela CPAD. É também membro da Academia Evangélica de Letras e da Casa de Letras Emílio Conde.

Sumario:

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Lição 01: A Grande Comissão – Um Enfoque Etnocêntrico-  Subsídio

Lição 01: A Grande Comissão – Um Enfoque Etnocêntrico – Slide

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Lição 02: Missões Transculturais – À sua Origem na Natureza de Deus – Subsídio

Lição 02: Missões Transculturais – À sua Origem na Natureza de Deus – Slide

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Lição 03: Missões Transculturais no Antigo Testamento – Subsídio

Lição 03: Missões Transculturais no Antigo Testamento – Slide

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Lição 04: Missões Transculturais no Novo Testamento Subsídio

Lição 04: Missões Transculturais no Novo Testamento Slide

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Lição 05: Uma Perspectiva Pentecostal de Missões Subsídio

Lição 05: Uma Perspectiva Pentecostal de Missões Slide

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Lição 06: Orando, Contribuindo e Fazendo Missões Subsídio

Lição 06: Orando, Contribuindo e Fazendo Missões Slide

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Lição 07: A Responsabilidade da Igreja com os Missionários Subsídio

Lição 07: A Responsabilidade da Igreja com os Missionários Slide

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Lição 08: Missionários Fazedores de Tendas Subsídio

Lição 08: Missionários Fazedores de Tendas Slide

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Lição 09: A Igreja e o Sustento Missionário Subsídio

Lição 09: A Igreja e o Sustento Missionário Slide

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Lição 10: O Desafio da Janela 10/40 Subsídio

Lição 10: O Desafio da Janela 10/40 Slide

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Lição 11: Missões e a Igreja Perseguida Subsídio

Lição 11: Missões e a Igreja Perseguida Slide

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Lição 12: O Modelo de Missões da Igreja de Antioquia Subsídio

Lição 12: O Modelo de Missões da Igreja de Antioquia Slide

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Lição 13: O Propósito de Missões Subsídio

Lição 13: O Propósito de Missões Slide

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Lição 14: Missões e a Volta do Senhor Jesus Subsídio

Lição 14: Missões e a Volta do Senhor Jesus Slide

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3 TRIM  23 – A IGREJA DE CRISTO E O IMPÉRIO DO MAL

 

3 TRIM  23 – A IGREJA DE CRISTO E O IMPÉRIO DO MAL

Como Viver Neste Mundo Dominado Pelo Espírito da Babilônia.

COMENTARISTA: DOUGLAS BAPTISTA

SUMARIO:

01 – A Igreja Diante do Espírito da Babilônia 

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02 – A Deturpação da Doutrina Bíblica do pecado

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03 – O perigo do Ensino Progressista

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04 – Quando a Criatura vale mais que o Criador

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05 – A Dessacralização da Vida no Ventre Materno

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06 – A Desconstrução da Masculinidade Bíblica

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07 – A Desconstrução da Feminilidade Biblica

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08 – Transgênero – Que Trans realidade é Essa

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09 – Uma Visão Bíblica do Corpo

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10 – A renovação Cotidiana do Homem Interior

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11 – Cultivando a Convicção Cristã

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12 – Sendo Igreja do Deus Vivo

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13 – O Mundo de Deus no Mundo dos Homens

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2 TRIM 2023 – RELACIONAMENTO EM FAMÍLIA 

 

 

 

 

2 TRIM 2023 – RELACIONAMENTO EM FAMÍLIA 

 

Comentarista: Elienai Cabral

Elienai Cabral é Pastor, conferencista, teólogo, membro da Casa de Letras Emílio Conde, comentarista de Lições Bíblicas da CPAD e membro do Conselho Administrativo da CPAD.

Autor dos livros “Comentário Bíblico de Efésios”, “Mordomia Cristã”, “A Defesa do Apostolado de Paulo – Estudo na Segunda Carta aos Coríntios”, “Comentário Bíblico de Romanos”, “A Síndrome do Canto do Galo”, “Josué – Um líder que fez diferença”, “Parábolas de Jesus” e “O Pregador Eficaz”.

 

1 Lição  – Quando a Família Age por Conta Própria

2 Lição – A Predileção dos Pais por um dos Filhos

3 Lição – Ciúme, o Mal que Prejudica a Família

4 Lição – Ídolos na Família

5 Lição – Motim em Família

6 Lição – Pais Zelosos e Filhos Rebeldes

7 Lição – O Relacionamento entre Nora e Sogra

8 Lição – A Importância da Paternidade na Vida dos Filhos

9 Lição – Uma Família Nada Perfeita

10 Lição – Quando os Pais Sepultam seus Filhos

11 Lição – Os Prejuízos da Mentira na Família

12 Lição – Criando Filhos Saudáveis

13 Lição – A Amizade de Jesus com uma Família de Betânia

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AVIVA A TUA OBRA

 

AVIVA A TUA OBRA

 

1 tri 23

TEMA: AVIVA A TUA OBRA – O chamado das Escrituras ao quebrantamento e ao poder de Deus

COMENTARISTA: Elinaldo Renovato

 

Elinaldo Renovato – É Ministro do Evangelho, comentador de Lições Bíblicas e escritor. Bacharel em Economia e Mestrado em Administração pela UFRN e Mestrado em Ciências da Religião pela FAETEL.

 

Pastor presidente da Assembleia de Deus em Parnamirim/RN, é autor de diversos livros, entre eles, Ética Cristã, Colossenses, Aprendendo Diariamente com Cristo, Os Perigos da Pós-Modernidade e Células-Tronco, todos editados pela CPAD.

Sumário:

1. Lição: O Avivamento Espiritual

2. Lição : O Avivamento no Antigo Testamento

3. Lição: O Avivamento no Novo Testamento

4. Lição: O Ministério Avivado de Jesus

5. Lição: O Avivamento na Vida da Igreja

6. Lição: O Avivamento no Ministério de Pedro

7. Lição: Estevão – Um Mártir Avivado

8. Lição: O Avivamento Espiritual no Mundo

9. Lição: O Avivamento Pentecostal no Brasil

10. Lição: O Avivamento na Vida Pessoal

11. Lição: O Avivamento e a Missão da Igreja

12. Lição: Vivendo no Espirito

13. Lição: Aviva, o Senhor, a Tua Obra

4 TRI 22 A JUSTIÇA DIVINA

A JUSTIÇA DIVINA:
A PREPARAÇÃO DO POVO DE DEUS PARA OS ÚLTIMOS DIAS NO LIVRO DE EZEQUIEL

 

4⃣° Trimestre 2⃣⭕️2⃣2⃣

ADULTOS

Comentarista: Pr. Esequias Soares.

É meu Pastor Presidente, sendo um dos maiores mestres da atualidade, defensor das Sagradas escrituras, sendo um dos maiores Apologésta da atualidade.

Pastor da Assembleia de Deus em Jundiaí, SP. Graduado em Letras, com habilitação em Hebraico, pela Universidade de São Paulo, e Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, é professor de Hebraico, Grego e Apologia Cristã.

Pastor Esequias Soares é comentarista de Lições Bíblicas da Escola Dominical, sendo autor de diversos livros de estudos Bíblicos.

Sendo presidente da Comissão de Apologética Cristã da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil).

Pastor Esequias Soares é o Presidente da SBB Sociedade Bíblica do Brasil.

 

 

 

 

 

1⃣Lição: Ezequiel, o Atalaia de Deus.

2⃣Lição: Vem o fim.

3⃣Lição: As abominações do templo.

4⃣Lição: Quando se vai a glória de Deus.

5⃣Lição: Contra os falsos profetas.

6⃣Lição: A Justiça de Deus.

7⃣Lição: A Responsabilidade É Individual.

8⃣Lição: O bom pastor e os pastores infiéis.

9⃣Lição: Gogue e Magogue: um dia de juízo.

1️⃣0️⃣Lição: A restauração nacional e espiritual de Israel.

1⃣1⃣Lição: A visão do templo e o Milênio.

1⃣2⃣Lição: Imersos no Espírito nos últimos dias.

1⃣3⃣Lição: O Senhor está ali.

3º TRI 22 OS ATAQUES CONTRA A IGREJA DE CRISTO

   

3º TRI 22 OS ATAQUES CONTRA A IGREJA DE CRISTO

As Sutilezas de Satanás nestes Dias que Antecedem a Volta de Jesus Cristo.

COMENTARISTA: José Gonçalves

José Gonçalves, pastor em Água Branca, Piauí, graduado em Teologia pelo Seminário Batista de Teresina e em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí. Ensinou grego, hebraico e teologia sistemática na Faculdade Evangélica do Piauí.

É comentarista de Lições Bíblicas da Escola Dominical da CPAD e autor dos livros: Missões – o mundo pede socorro (Ed Halley); Por que Caem os Valentes (CPAD); As Ovelhas Também Gemem (CPAD); Defendendo o Verdadeiro Evangelho (CPAD); A Prosperidade à Luz da Bíblia (CPAD); Rastros de Fogo – o que diferencia o pentecostes bíblico do neopentecostalismo (CPAD); Porção Dobrada (CPAD); Sábios Conselhos para um Viver Vitorioso (CPAD) e co-autor do livro: Davi – as vitórias e derrotas de um homem de Deus (CPAD, prêmio ABEC). É presidente do Conselho de Doutrina da Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Piauí e membro da Comissão de Apologética da CGADB.

 

1- As Sutilezas de Satanás Contra a Igreja de Cristo

2- A Sutileza da Banalização da Graça

3- A Sutileza da Imoralidade Sexual

4- A Sutileza da Normalização do Divórcio

5- A Sutileza do Materialismo e do Ateísmo

6- A Sutileza das Ideologias Contrárias à Família

7- A Sutileza da Relativização da Bíblia

8- A Sutileza do Enfraquecimento da Identidade Pentecostal

9- A Sutileza do Movimento dos Desigrejados

10- A Sutileza Contra a Prática da Mordomia Cristã

11- A Sutileza das Mídias Sociais

12- A Sutileza da Espiritualidade Holística

13- Resistindo às Sutilezas de Satanás  

 

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 2° TRI 2022 OS VALORES DO REINO DE DEUS

 

 2° TRI 2022 OS VALORES DO REINO DE DEUS

A relevância do Sermão do Monte para a Igreja de Cristo Comentarista: Pr. Osiel Gomes

3° Presidente da nossa CEADEMA-MA.

Pastor Presidente da Assembleia de Deus, campo de Tirirical, em São Luiz – MA, foi por 10 anos diretor da Faculdade Evangélica do Meio Norte (Faeme).

Foi também, por 16 anos, co-pastor da AD em Coroatá (MA).

Comentarista das Lições Bíblicas da CPAD, ele é formado em Teologia, Filosofia, Direito, Pedagogia e Psicanálise.

Também é pós-graduado em docência do ensino superior, tendo lecionado Grego e Hebraico no semi­nário batista, e presidido a Missão Evangélica Doksa.

 

  1 – O Sermão do Monte: o caráter do Reino de Deus

2 – Sal da terra, luz do mundo

3 – Jesus, o discípulo e a Lei

4 – Resguardando-se de sentimentos ruins

5 – O casamento é para sempre

6 – Expressando palavras honestas

7 – Não retribua pelos padrões humanos

8 – Sendo verdadeiros

9 – Orando e jejuando como Jesus ensinou

10 – Nossa segurança vem de Deus

11 – Sendo cautelosos nas opressões

12 – A bondade de Deus em nos atender

13 – A verdadeira identidade do cristão  

 

ELABORADO: Pb Alessandro Silva.

Acesse mais:  Lições Bíblicas do 1° Trimestre 2022 

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1° TRI 2022 A SUPREMACIA DAS ESCRITURAS

 

  1 TRI 2022 A SUPREMACIA DAS ESCRITURAS

Douglas Roberto de Almeida Baptista
Douglas Roberto de Almeida Baptista

 

1° TRI 2022 A SUPREMACIA DAS ESCRITURAS

 

 Douglas Baptista que é pastor, líder da Assembleia de Deus de Missão do Distrito Federal, doutor em Teologia Sistemática, mestre em Teologia do Novo Testamento, pós-graduado em Docência do Ensino Superior e Bibliologia, e licenciado em Educação Religiosa e Filosofia; presidente da Sociedade Brasileira de Teologia Cristã Evangélica, do Conselho de Educação e Cultura da CGADB e da Ordem dos Capelães Evangélicos do Brasil; e segundo-vice-presidente da Convenção dos Ministros Evangélicos das ADs de Brasília e Goiás, além de diretor geral do Instituto Brasileiro de Teologia e Ciências Humanas.  

 

1° TRI 2022 A SUPREMACIA DAS ESCRITURAS

 

  1) A autoridade da Bíblia

 

2) A Inspiração Divina da Bíblia

 

3) A Inerrância da Bíblia

 

4) A Estrutura da Bíblia

 

5) Como ler as Escrituras 

 

6) A Bíblia como um Guia para a Vida

 

7) A Bíblia transforma pessoas

 

8) A Lei e os Evangelhos revelam Jesus

 

9) As Histórias e as Poesias falam ao Coração

 

10) As Profecias despertam e trazem esperança

 

11) Lucas-Atos: O Modelo Pentecostal para hoje

 

12) As Epístolas instruem e formam os cristãos

 

13) A Leitura da Bíblia e a educação cristã  

 

ELABORADO: Pb Alessandro Silva.

Acesse mais: 

Lições Bíblicas do 4° Trimestre 2021 

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LIÇÕES BÍBLICAS ADULTOS 4° Trimestre 2021

 

Paulo

 

 

 

Tema da lições de Adulto o 4º
LIÇÕES BÍBLICAS ADULTOS 4⃣° Trimestre 2021

TEMA: O Apóstolo Paulo
Lições da vida e ministério do apóstolo dos gentios para a Igreja de Cristo

COMENTARISTA: Elienai Cabral (AD Curitiba │ PR)

1⃣ Lição O Mundo do Apóstolo Paulo

2⃣ Lição Saulo de Tarso, o Perseguidor

3⃣ Lição A Conversão de Saulo de Tarso

4⃣ Lição Paulo, a Vocação para ser Apóstolo

5⃣ Lição “Jesus Cristo, e este Crucificado” – A Mensagem do Apóstolo

6⃣ Lição Paulo no Poder do Espírito

7⃣ Lição Paulo, o Plantador de Igrejas

8⃣ Lição Paulo, o Discipulador de Vidas

9⃣ Lição Paulo e sua Dedicação aos Vocacionados

1⃣0⃣ Lição Paulo e seu Amor pela Igreja

1⃣1⃣ Lição O Zelo do Apóstolo Paulo pela Sã Doutrina

1⃣2⃣ Lição A Coragem do Apóstolo Paulo diante da Morte

1⃣3⃣ Lição A Gloriosa Esperança do Apóstolo

3° Trimestre 2021 CPAD O Plano Divino para Israel em meio à infidelidade da Nação

3° Trimestre 20213° Trimestre 2021 CPAD

👉 3° Trimestre 2021👈
📚TEMA: O Plano Divino para Israel em meio à infidelidade da Nação📚
COMENTARISTA: Claiton Ivan Pommerening

Sumario:

✅ 1 Lição A Ascensão de Salomão e a Construção do Templo

✅ 2 Lição O Reino Dividido: Jeroboão e Roboão

✅ 3 Lição Acabe e o Profeta Elias

✅ 4 Lição Elias e os Profetas de Aserá e Baal

✅ 5 Lição O Reinado de Acazias

✅ 6 Lição O Profeta Elias e Eliseu, seu Sucessor

✅ 7 Lição O Ministério de Eliseu

✅ 8 Lição Naamã É Curado da Lepra

✅ 9 Lição O Reinado de Joás

✅ 10 Lição O Cativeiro de Israel: Reino do Norte

✅ 11 Lição O Reinado de Ezequias

✅ 12 Lição O Reinado de Josias

✅ 13 Lição O Cativeiro de Judá

2° TRIM 2021 OS DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS

2° TRIM 2021 OS Dons Espirituais e Ministeriais

2° TRIM 2021 OS DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS

2° TRIM 2021 Os Dons Espirituais e Ministeriais seguem o tema do 1 trimestre 2021, onde é abordado a operação do Espirito Santo na vida da Igreja.

Comentários do Pr. Elinaldo Renovato.
Pr. Elinaldo Renovato.

Comentários do Pr. Elinaldo Renovato.

O comentarista do trimestre é o pastor Elinaldo Renovato de Lima, líder da Assembleia de Deus em Parnamirim (RN), escritor, conferencista na área de família, professor universitário, bacharel em Ciências Econômicas, mestre em Administração, especialista em Economia Internacional e Administração Universitária, bacharel em Teologia e mestre em Ciências da Religião; e também 1º vice-presidente da Convenção Estadual de Ministros da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Rio Grande do Norte (Cemadern).

AMADOS, PELA BONDADE DE DEUS, A CASA PUBLICADORA DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS (CPAD) REEDITA A LIÇÃO DA EBD, COMENTADA POR MIM.

Neste ano, a nossa Convenção Geral escolheu o tema do pentecostalismo, a busca pelo batismo com o Espírito Santo, para ser valorizado pelas igrejas.

E nossa lição foi escolhida para integrar as publicações pertinentes a esse tema.

Louvo a Deus por mais essa benção!

Agradeço a nossa CGADB, na pessoa do seu presidente, Pr Wellington Jr; ao Dr Ronaldo Rodrigues, Diretor da CPAD, pela escolha dessa lição bíblica.

Como na primeira edição, espero que nossos amados irmãos, alunos e professores da EBD, sejam abençoados com o conteúdo inspirado que Deus me concedeu.

A ELE, JESUS, MEU MESTRE E SENHOR, toda honra e toda glória.

Sumario:

1° E deu dons aos homens 

2° O propósito dos dons espirituais 

3° Dons de revelação 

4° Dons de poder 

5° Dons de elocução 

6° O ministério de apóstolo 

7° O ministério de profeta 

8° O ministério de evangelista 

9° O ministério de pastor 

10° O ministério de mestre ou doutor

11° O presbítero, bispo ou ancião

12° O diaconato

13° A multiforme sabedoria de Deus

O VERDADEIRO PENTECOSTALISMO

1 TRI 21 O VERDADEIRO PENTECOSTALISMO
O VERDADEIRO PENTECOSTALISMO

O VERDADEIRO PENTECOSTALISMO

Lições Bíblicas Adultos do 1 trimestre de 2021
Tema: O Verdadeiro Pentecostalismo: A Atualidade da Doutrina Bíblica sobre a Atuação do Espírito Santo

Comentarista: Pastor Esequias Soares.

É meu Partor Presidente, sendo um dos maiores mestres da atualidade, defensor das Sagradas escrituras, sendo um dos maiores Apologésta da atualidade.

Pastor da Assembleia de Deus em Jundiaí, SP. Graduado em Letras, com habilitação em Hebraico, pela Universidade de São Paulo, e Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, é professor de Hebraico, Grego e Apologia Cristã.

Pastor Esequias Soares é comentarista de Lições Bíblicas da Escola Dominical, sendo autor de diversos livros de estudos Bíblicos.

Sendo presidente da Comissão de Apologética Cristã da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil).

Sumário:


1 – A Pessoa do Espírito Santo

2 – A Atuação do Espírito Santo no Plano da Redenção


3 – O Batismo no Espírito Santo

4 – A Atualidade dos Dons Espirituais

5 – Fruto do Espírito: o Eu Crucificado


6 – Santificação: Comprometidos com a Ética do Espírito


7 – Cultuando a Deus com Liberdade e Reverência

8 – Comprometidos com a Palavra de Deus


9 – Vivendo o Fervor Espiritual

10 – O Senhor Jesus Cura Hoje


11 – Compromissados com a Evangelização

12 – A Urgência do Discipulado


13 – Voltados os olhos para a Bendita Esperança

Estaremos apresentando conteúdo diferênciado aos professores que estaram usando nossas ferramentas (Site, Grupo do Telegram e Facebook). Vamos usar todo material disponivel para fazer a obra do Senhor Jesus.

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4º Trimestre 20 – A Fragilidade Humana e a Soberania Divina

4º trimestre de 20 - A Fragilidade Humana e a Soberania Divina
Esta é a capa e o tema para o 4º trimestre 20 das Revistas Lições Bíblicas Adultos.

4º Trimestre 20 – A Fragilidade Humana e a Soberania Divina

O Tema do 4º Trimestre 20 – A Fragilidade Humana e a Soberania Divina.
Apresenta as Lições do Sofrimento e da Restauração de Jó

Comentarista: José Gonçalves É pastor em Água Branca, Piauí, graduado em Teologia pelo Seminário Batista de Teresina e em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí.

Ensinou grego, hebraico e teologia sistemática na Faculdade Evangélica do Piauí. É comentarista de Lições Bíblicas da Escola Dominical da CPAD e autor dos livros: Por que Caem os Valentes ; As Ovelhas Também Gemem; Defendendo o Verdadeiro Evangelho; A Prosperidade à Luz da Bíblia; Rastros de Fogo – o que diferencia o pentecostes bíblico do neopentecostalismo; Porção Dobrada (CPAD); Sábios Conselhos para um Viver Vitorioso e co-autor do livro: Davi – as vitórias e derrotas de um homem de Deus (prêmio ABEC), todos publicados pela CPAD.

É presidente do Conselho de Doutrina da Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Piauí e membro da Comissão de Apologética da CGADB.

Sumário

1° Lição – O Livro de Jó

2° Lição – Quem Era Jó

3° Lição – Jó e a Realidade de Satanás

4° Lição – O Drama de Jó

5° Lição – O Lamento de Jó

6° Lição – A Teologia de Elifaz: Só os Pecadores Sofrem?

7° Lição – A Teologia de Bildade: Se Há Sofrimento, Há Pecado Oculto?

8° Lição – A Teologia de Zofar: O Justo não Passa por Tribulação?

9° Lição – Jó e a Inescrutável Sabedoria de Deus

10° Lição – A Última Defesa de Jó

11° Lição – A Teologia de Eliú: O Sofrimento É uma Correção Divina?

12° Lição – Quando Deus se Revela ao Homem

13° Lição – Quando Deus Restaura o Justo

Estaremos apresentando conteúdo diferênciado aos professores que estaram usando nossas ferramentas (Site, Grupo do Telegram e Facebook). Vamos usar todo material disponivel para fazer a obra do Senhor Jesus.

História da Escola Bíblica Dominical

Como Motivar a Igreja a Participara da EBD

3° Trim. 2020 EBD CPAD

OS PRINCÍPIOS DIVINOS EM TEMPOS DE CRISE

Os princípios divinos em tempos de crise será o tema deste trimestre; trazendo comentários da reconstrução de Jerusalém e o Avivamento Espiritual como Exemplos para os Nossos Dias.

Capa da Revista
EDIÇÃO ESPECIAL – JOVENS E ADULTOS

Os Princípios Divinos em Tempos de Crise
Os Princípios Divinos em Tempos de Crise



Esta é a uma reedição da lição comentada por Eurico Bergstén 3° trim. 1993.
A lição trás comentário dos livros de Esdras e Neemias.

COMENTARISTA

O comentarista é o missionário Eurico Bergstén, ele se dedicou-se ao ensino da Palavra de Deus durante toda sua vida; ao longo do tempo ele escreveu 35 comentários para a revista da Escola Bíblica Dominical e cinco livros de Ensino Teológico.

Eurico Bergstén e esposa

Estaremos elaborando comentários e subsídios, para que os professores, esteja preparados para ministrar cada uma das aulas. Os comentários são tirados de enciclopédias e livros escritos por teologos e Pastores renomados.

Trataremos os Princípios Divinos em 13 lições

SUMÁRIO:

1 Lição – Daniel ora por um despertamento

2 Lição – Despertamento Espiritual – um milagre

3 Lição – O Despertamento renova o altar

4 Lição – A Construção do Templo enfrentou oposição

5 Lição – Zorobabel recomeça a construção do Templo

6 Lição – Neemias reconstrói os muros de Jerusalém

7 Lição – O povo de Deus deve separar-se do Mal

8 Lição – As causas da desunião devem ser Elienadas

9 Lição – Como vencer as oposições à obra de Deus

10 Lição – Provai se os espíritos são de Deus

11 Lição – Esdras vai a Jerusalém ensinar a Palavra

12 Lição – Esdras e Neemias combatem o casamento misto

13 Lição – A vigilância conserva pura a Igreja

O conteúdo trará a cada um de nós o avivamento que a Igreja precisa neste dias de crise. Por entender que os 13 principios são importantes, vamos fazer mensão da importância de cada um em nossas salas de aula. Só a palavra de Deus ira transformar nosso carater em meio a crise que vivemos.

Fique atento as lições, pois estaremos postando semanalmente.

13 LIÇÃO 2 TRI 23 – A AMIZADE DE JESUS COM UMA FAMÍLIA DE BETÂNIA

 

13 LIÇÃO 2 TRI 23 – A AMIZADE DE JESUS COM UMA FAMÍLIA DE BETÂNIA

 

 

TEXTO ÁUREO

 

“Ora, Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro.” (Jo 11.5)

 

VERDADE PRÁTICA

 

Dentro da família, a amizade com Cristo evoca comunhão, conselho, simpatia e reciprocidade nos relacionamentos.

 

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12 LIÇÃO 2 TRI 23 – CRIANDO FILHOS SAUDÁVEIS

 

12 LIÇÃO 2 TRI 23 – CRIANDO FILHOS SAUDÁVEIS

 

 

TEXTO ÁUREO

 

“E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.” (Lc 2.52)

 

 

VERDADE PRÁTICA

 

A vontade de Deus é que os pais eduquem seus filhos de acordo com os princípios divinos, a fim de que eles cresçam de maneira saudável e equilibrada.

 

 

LEITURA DIÁRIA

 

Segunda – Is 7.14; Mt 1.18; Lc 1.34 A concepção virginal de Maria

 

Terça – Lc 2.7 O nascimento de Jesus

 

Quarta – Mt 2.13-18 A fuga para o Egito

 

Quinta – Mt 2.19-23 A família de Jesus volta do Egito para Nazaré

 

Sexta – – Lc 2.46-51 O adolescente entre os doutores

 

Sábado – Lc 2.40,52 O desenvolvimento físico, social e espiritual

 

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

 

 

Lucas 2. 40, 42-52

 

40 – E o menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.

 

42 – E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo costume do dia da festa.

 

43 – E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o souberam seus pais.

 

44 – Pensando, porém, ele que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia e procuravam-no entre os parentes e conhecidos.

 

45 – E, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele.

 

46 – E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os.

 

47 – E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas.

 

48- E, quando O viram, maravilhados e, e disse-lhe sua mãe: Filho, porque fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu, ansiosos, te procurávamos.

 

49 – E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?

 

50 – E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia.

 

51 – E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhe sujeito. E sua mãe guardava no coração todas essas coisas.

 

52 – E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.

 

PLANO DE AULA

 

 

1- INTRODUÇÃO

 

Proporcionar um ambiente onde os filhos cresçam de maneira saudável e equilibrada é o grande desafio da família cristã diante de um contexto de imoralidade e violência presente na sociedade atual. Por isso, esta lição estudará a natureza da família de Jesus, as fases de vida do nosso Salvador conforme os Evangelhos registram e, finalmente, o tríplice desenvolvimento de nosso Senhor dentro de sua família. A partir desse estudo, podemos aprender preciosas lições para a nossa família.

 

2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO

 

A) Objetivos da Lição:

I) Revelar a normalidade da família de Jesus;

II) Abordar as fases da vida de Jesus conforme os Evangelhos apresentam;

III) Explicar o tríplice desenvolvimento do Senhor Jesus.

 

B) Motivação: Infância, adolescência, juventude e fase adulta, ou seja, o ciclo em que uma família precisa proporcionar todos os meios que uma criança necessita para se desenvolver física, psicológica e espiritualmente. Nesse sentido, podemos fazer a seguinte pergunta: As nossas famílias têm sido bem-sucedidas nesse propósito?

 

C) Sugestão de Método: Introduza esta lição relembrando o tema estudado na lição 9, isto é, Uma Família Nada Perfeita, onde vimos a disfuncionalidade da família do rei Davi. A ideia aqui é fazer um contraste com a família de Jesus, mais especificamente na maneira de José e Maria criarem seus filhos. Mostre à classe o quanto o ambiente proporcionado pela família de Jesus era mais funcional que o da família do rei Davi.

 

3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO

 

A) Aplicação: A família cristã deve ser o lugar em que os nossos filhos possam se desenvolver em sabedoria, em estatura e, principalmente, em graça diante de Deus e dos homens. Em nossa família, os nossos filhos devem ter as suas primeiras experiências com Deus de modo a desenvolver a maturidade cristã.

 

4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR

 

A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 93, p.42, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:

1) O texto “Formando a Imaginação da Criança”, localizado ao final do segundo tópico, é um auxílio pedagógico que traz uma proposta prática a partir de um livro clássico que tem o Evangelho como pano de fundo. A ideia aqui é estimular a literatura cristã para a formação;

2) O texto “Um tempo de qualidade com os filhos por meio da leitura”, localizado ao final do terceiro tópico, é um auxílio pedagógico que traz a literatura como um instrumento prático para aprofundar o relacionamento entre pais e filhos.

 

 

Hinos Sugeridos: 77, 113, 583 da Harpa Cristã

 

 

INTRODUÇÃO COMENTÁRIO

 

O Senhor Jesus nasceu numa família normal. Ele teve como pai, José, e como mãe, Maria. Deus falou em sonhos com José a respeito da concepção virginal de Maria por meio da obra do Espírito Santo.

Por isso, ele se tornou o pai adotivo de Jesus. A criança concebida no ventre de Maria era de fato “O Verbo [que] se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1.14).

Nesta lição, estudaremos o desenvolvimento de Jesus dentro da família de José e Maria, seus pais. Nosso propósito é extrair lições da casa de nosso Senhor que nos auxiliem nos desafios familiares atuais

 

 

COMENTÁRIO

 

 

A família de Jesus foi uma família terrena que tinha todas as caraterísticas das relações sociais que possui qualquer família na terra. O que há de especial nessa família, constituída pelos pais, José e Maria, seus quatro irmãos e mais uma irmã. Existe uma discussão entra a tradição católica romana e as igrejas da Reforma Protestante.

A igreja romana que sustenta a virgindade perpétua de Maria e a Igreja Reformada que rejeita a ideia da virgindade perpétua de Maria. As igrejas da Reforma Protestante, as igrejas evangélicas, acreditam e ensinam que depois do nascimento de Jesus Maria viveu como esposa de José e teve outros filhos. Acima da tradição romana está a credibilidade da Bíblia Sagrada, que relata toda a vida familiar de Jesus, seus pais e irmãos (Mt 13.55,56).

Abordar a família de Jesus como modelo de criação de filhos saudáveis nos leva a considerar as pessoas de José e Maria, os pais. José entendeu o plano de Deus por revelação de um anjo, o qual não rejeitou a Maria e acreditou que foi o Espírito Santo quem gerou no ventre de Maria a criança especial, que era, de fato, o Verbo divino que se fez carne (Jo 1.14).

Ao nascer o menino, nem Maria nem seu marido, José, tiveram dúvidas. Sabiam que Jesus era o Filho de Deus e que o papel deles como pais seria o de tratá-lo como qualquer outra criança na fase infantil.

Cabral. Elienai,. RELACIONAMENTOS EM FAMÍLIA Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023. pag. 203-204.

 

 

Criar filhos não é fácil

Primeiro, não é possível ser um pai ou uma mãe perfeito. Comecei contando a história de nosso problema para enfatizar isso. Se você fosse capaz de criar filhos de maneira perfeita, seus filhos talvez não precisassem de um Salvador. Mas você não é perfeito. Do lugar onde está, você não consegue sequer ver a perfeição. Portanto, seus filhos precisarão desesperadamente de Cristo.

Seus pecados, fracassos e imperfeições produzirão conflito com seus filhos e desentendimentos com seu cônjuge. Em alguns momentos, você sentirá profundamente essas imperfeições.

Além das suas imperfeições, existe o estresse do mundo externo. Alguns de seus filhos podem morrer prematuramente, outros podem entrar no mundo dos problemas intrínsecos e ainda outros, como os nossos, podem passar por difíceis estágios de rebelião. Alguns podem ser brilhantes, talentosos ou ter boa aparência.

Outros podem ser lentos, medianos ou carecer de atrativos. Alguns terão personalidade fácil.

Outros exigirão toda nossa tenacidade e perseverança para serem amados.

Pelo fato de a criação de filhos ser difícil, e porque você é imperfeito, precisará da graça que é obtida por meio do evangelho. Deus usará esses problemas para aprofundar sua dependência dele. Você experimentará estresse e obstáculos. Eles acontecerão para que, quando seus filhos chegarem à fé salvadora, você se glorie em Cristo, não em seus esforços. Tal como Paulo, você dirá: “… trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo” (1Co 15.10).

Você precisará da graça e precisará saber onde obtê-la. Exatamente pelo fato de você ser tão falho, o evangelho, a obra salvadora de Cristo, deve ser o seu refúgio.

Os pais eficientes não esperam uma caminhada fácil. Eles anteveem que ela será difícil, mas o resultado final – filhos adultos centrados em Cristo, pessoas agradáveis que vão se casar com parceiros dos quais você realmente gosta – fará com que todo esforço tenha valido a pena.

Farley, William P. A criação de filhos no poder do evangelho. Traduzido por Emirson Justino. Editora: Cultura Cristã. Ed 2017.

 

 

PALAVRA-CHAVE: EQUILÍBRIO

 

 

I – UMA FAMÍLIA NORMAL

 

1- Dados gerais da família.

 

José e Maria eram descendentes da família real de Davi (Lc 2.4,5), da raiz de Jessé (Is 11.1). O casamento deles aconteceu depois que o anjo do Senhor revelou a José que sua noiva estava grávida e o filho do seu ventre fora gerado pelo Espírito Santo (Mt 1.18-25).

Posteriormente, José só se relacionou sexualmente com Maria após o nascimento de Jesus. Podemos inferir isso a partir do relato do evangelista Mateus: “e José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher, e não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe o nome de Jesus” (Mt 1.24,25).

 

 

COMENTÁRIO

 

 

Lucas, em seu Evangelho, desenvolveu toda a narrativa da pessoa e das obras de Jesus tratando-o como “o Filho do Homem” porque o objetivo era alcançar os gentios, ou seja, aqueles que não eram judeus. Mateus escreveu seu Evangelho visando alcançar os judeus, por isso, trata-o como o “filho de Davi”, o Rei desejado.

Marcos escreveu seu Evangelho visando alcançar os romanos, apresentando Jesus como o Servo Sofredor. João escreveu seu Evangelho com uma visão mais teológica, apresentando Jesus como “o Verbo divino”, o Messias esperado, o Deus feito carne.

Mediante as apresentações feitas pelos Evangelhos, podemos reunir as duas naturezas de Cristo que revelam “sua divindade e sua humanidade”. Independentemente dessas identificações sobre Jesus, sabemos que Ele nasceu como homem, por um nascimento milagroso, cuja mãe era descendente de sangue da família real de Davi, bem como José era “da casa de Davi” (Lc 1.27). Portanto, os dois eram descendentes da família real de Davi (Lc 2.4,5), da raiz de Jessé (Is 11.1).

O casamento de José e Maria aconteceu quando o anjo do Senhor revelou a José que sua noiva estava grávida e o filho do seu ventre havia sido gerado pelo Espírito Santo (Mt 1.18-25). Confiante de que seria o pai humano de Jesus, ainda que não gerado por ele, José aceitou o plano divino na sua vida e fez de tudo para que Maria não fosse difamada. José só a conheceu sexualmente depois do nascimento de Jesus. Mateus narrou esse fato ao escrever: “e José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher, e não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe o nome de Jesus” (Mt 1.24,25). Quando o anjo de Deus em sonho revelou a José a verdadeira natureza da gravidez, então ele a recebeu como sua esposa (Mt 1.24), sem ter relações sexuais com ela, até que Jesus nascesse (Mt 1.25).

Cabral. Elienai,. RELACIONAMENTOS EM FAMÍLIA Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023. pag. 204-205.

 

 

Segundo o Evangelho de são Mateus (1:19-25), que em muitos sentidos é o mais detalhado e baseado em fontes aramaicas, seu noivo, que a tratara como virgem, ficou chocado com a notícia.

“Sendo justo, e não querendo denunciá-la publicamente, resolveu repudiá-la em segredo. Enquanto assim decidia, eis que o Anjo do Senhor manifestou-se a ele em sonho, dizendo: (…) ‘não temas receber Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo.

Ela dará à luz um filho e tu o chamarás com o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo dos seus pecados.” Mateus diz que José agiu conforme o anjo ordenara “e recebeu em casa sua mulher”. Mateus afirma que José não a conheceu até Jesus nascer. De fato, as mais antigas tradições insistem em que Maria permaneceu virgem por toda a vida, embora José tenha dado a ela e a seu filho todo o amor e os cuidados de um marido devoto.

O episódio seguinte se passou quatro ou cinco meses depois, quando um decreto do imperador Augusto de um censo necessário para impostos foi aplicado a todos os súditos de Herodes por Cirênio, o governador da Síria. Eles receberam a ordem de se registrar em suas cidades natais.

Como tanto José quanto Maria eram da casa de Davi, eles foram (com Maria “grávida”, como observado em Lucas 2:5) a Jerusalém, a cidade que Davi acrescentara ao reino judaico por conquista, e particularmente a Belém, uma pequena cidade de uma só rua a menos de dez quilômetros de distância, intimamente ligada ao nome de Davi. Maria era uma adolescente resistente.

PAUL JOHNSON. Jesus. Uma Biografia de Jesus Cristo Para o Século XXI. Editora Nova Fronteira Participações S.A. pag. 19-20.

 

 

Eis tudo o que nos dizem os documentos antigos acerca do esposo de Maria e pai adotivo de Jesus. Será possível formarmos uma ideia exata da vida que aquele casal levava em Nazaré quando Jesus, ainda criança, tornou-se o gracioso adolescente e mais tarde o jovem perfeito que atraía juntamente para si a benevolência do céu e o afeto dos homens?

Sim, até certo ponto, conforme o que conhecemos da alma deles e pelo que nos dizem os costumes daquele tempo, que em grande parte são conservados ainda em Nazaré.

Em primeiro lugar, temos de considerar que José e Maria levaram uma vida humilde e na obscuridade. Muitas vezes, tem-se exagerado a pobreza da família humana de Jesus, confundido-a com a miséria e a indigência. Mais tarde, quando Jesus viveu sua fatigosa vida de missionário, depois de ter deixado tudo para propagar a boa nova por toda a Palestina, o Filho do Homem disse que não tinha nada, nem uma pedra onde pudesse reclinar a cabeça (Mt 8.20; Lc 9.58).

Paulo dirá de Jesus: porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que, pela sua pobreza, enriquecêsseis (2Co 8.9). Mas, graças ao contínuo trabalho de José e do próprio Jesus, quando cresceu, a vida daquela família não foi de miséria e de indigência. Além disso, temos de levar em conta que os orientais geralmente se contentam com pouco no que diz respeito à habitação, às vestimentas e aos alimentos. Simples e sóbrios, eles poderiam viver facilmente com gastos reduzidíssimos.

A casa, os móveis, as vestes e os alimentos de Maria, de José e dos demais irmãos de Jesus eram muito simples. Sua vida era também de trabalho ativo, conforme se deduz do que acabamos de dizer acerca do ofício exercido por José e depois por Jesus, e por meio desse ofício eles supriam as necessidades da família. Jesus e seu pai adotivo servem de modelo para os trabalhadores cristãos.

Além disso, já vimos que o trabalho manual era tido, então, em grande conta na terra de Jesus, e que os mais célebres rabinos não se esquivavam de dedicar-se a ele.

Maria também se dedicava infatigavelmente às múltiplas ocupações domésticas, cumprindo com perfeição a significativa divisa da mulher respeitável romana: “permaneceu em casa, e fiou a lã”.

Em sua epístola a Tito (2.5), Paulo expressa o desejo de que as mulheres cristãs sejam mulheres trabalhadoras. Maria possuía esta qualidade em alto grau. Em sua humilde esfera, ela retratava a mulher forte e ideal do capítulo 31 de Provérbios.

Fillion. Louis Claude,. Enciclopédia da vida de Jesus. Editora Central Gospel. 2 Ed 2008. pag. 234-325.

 

 

2- Os filhos de José e Maria, depois de Jesus.

 

Jesus foi o filho primogênito de José e Maria (Lc 2.7). A Bíblia registra que os pais dEle tiveram outros filhos mais adiante: Tiago, José, Judas, Simão e, pelo menos, mais de uma irmã (Mc 6.3). Seus irmãos não o aceitavam como Messias e, por isso, o rejeitavam (Jo 7.1-5).

Somente depois de sua ressurreição, seus irmãos o aceitaram e o receberam. Tiago, talvez o mais incrédulo deles, tornou-se seguidor de Cristo e, mesmo não sendo um dos apóstolos, tornou-se o líder principal da igreja em Jerusalém (1Co 15.7).

 

 

COMENTÁRIO

 

 

Jesus foi o filho primogênito de Maria e José (Lc 2.7). A história bíblica registra que José e Maria tiveram alguns filhos gerados pelos dois, os quais se chamaram Tiago, José, Judas e Simão e pelo menos duas irmãs (Mc 6.3). Existem outros textos no Novo Testamento que declaram que Jesus tinha irmãos, filhos de José e Maria (Jo 7.1-5).

Lucas o apresentou como “o primogênito de Maria” (Lc 2.7). Caso Ele fosse filho único, certamente Lucas o teria chamado “o filho unigênito de Maria”. Há um tempo obscuro na história de Jesus, da sua infância até a idade adulta, com exceção de um episódio na sua adolescência, aos 12 anos de idade, quando foi com seus pais até Jerusalém para a Festa da Páscoa, e encontraram Jesus discutindo com os doutores da Lei no Templo (Lc 2.42-48). Fora essa experiência, desde os 12 até os 30 anos de idade, nada se sabe sobre Jesus (Lc 3.23).

A incredulidade de seus irmãos só foi desfeita quando, depois da ressurreição de Jesus, seus irmãos por parte da mãe, Maria, o aceitaram e o receberam (Jo 7.5,10; At 1.14). Tiago, talvez o mais cético dos seus irmãos acerca de Jesus, veio a tornar-se um seguidor de Cristo e, mesmo não sendo um dos apóstolos, tornou-se o líder principal da Igreja em Jerusalém (1Co 15.7).

Na ascensão de Jesus diante dos olhos de muitos discípulos, possivelmente 120 pessoas, as quais logo depois foram para o cenáculo em Jerusalém, o texto de Atos 1.14 diz que: “Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria, mãe de Jesus, e com seus irmãos”.

Cabral. Elienai,. RELACIONAMENTOS EM FAMÍLIA Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023. pag. 205-206.

 

 

OS IRMÃOS E AS IRMÃS DE JESUS ERAM FILHOS DE JOSÉ E MARIA

Os quatro argumentos enumerados abaixo confirmam que os irmãos e as irmãs de Jesus eram filhos de José e Maria, em seu sentido literal (Mt 13.55,56; Mc 6.2,3).

Primeiro argumento

O texto em João 7.5 invalida a ideia de que a expressão seus irmãos refira- se aos doze apóstolos. Em Atos 1.14, vemos que os doze também são mencionados em separado. Portanto, os irmãos de Jesus não podiam, realmente, ser primos de Jesus e estar entre os doze apóstolos.

Os nomes Tiago, Judas e Simão eram muito comuns, e é provável que alguns dos primos de Jesus até tivessem os mesmo nomes dos irmãos do Mestre. As Escrituras também indicam que os irmãos de Jesus não tiveram fé nele, a não ser após a sua ressurreição (Jo 7.5).

Segundo argumento

Das quinze vezes que os irmãos de Jesus são mencionados (dez nos evangelhos, uma em Atos, e algumas vezes nas cartas de Paulo), quase sempre estão em companhia de Maria, mãe de Jesus. E estranho que os primos de Jesus andassem sempre em companhia de uma tia, em vez de andarem em companhia de sua própria mãe.

Terceiro argumento

Em nenhuma porção das Escrituras é indicado que eles fossem primos de Jesus ou filhos somente de José, e não de Maria, Tais suposições são especulações humanas para estabelecer e firmar uma teologia humana.

Quarto argumento

A não ser por motivo de preconceito teológico, não há razão para não acolhermos esse fato em seu sentido mais natural, isto é, que os irmãos de Jesus eram filhos de José e de Maria, em sentido literal. A elevação de Maria à estatura de deusa é uma tradição romanista, contrária ao próprio tratamento de Jesus à sua mãe (Mt 12.47-50), no qual ele a reconhece como simples mulher, e não como uma pessoa divina, com poder sobrenatural ou com qualquer influência sobre ele.

Finalmente, devemos notar que a doutrina da perpétua virgindade de Maria não é apoiada nas Escrituras. A preservação dessa doutrina forma a base dos argumentos que explicam erroneamente os irmãos de Jesus como se não o fossem literalmente; e também não goza de base alguma nas Escrituras. Parece razoável que uma doutrina dessa natureza, caso tivesse tanta importância como tantos afirmam, pelo menos fosse apoiada por uma pequena afirmação bíblica nesse sentido.

Enfim, a vida dos membros da família de Jesus era de doce e santa missão, de recíproco e infatigável afeto. Não podemos esquecer do amor paternal e maternal recebido pelo Salvador e do filial carinho com que Jesus lhes correspondia.

Acrescentemos, por último, que Jesus mantinha com seus parentes e irmãos, com seus vizinhos e com todos um relacionamento de afetuosa cordialidade e de amor que não media sacrifícios. Um dia, porém, a dor penetrou naquele lar, único no mundo, quando entre os braços de Jesus e de Maria expirou docemente José, o esposo de Maria e o pai adotivo de Jesus.

Ele teria morrido antes que o Salvador inaugurasse seu ministério público. Isto se conclui razoavelmente pelo fato de José não ter sido mencionado por João entre os parentes do Salvador, quando este se referiu ao primeiro milagre do Mestre (Jo 2.12), nem em outras passagens relativas à época posterior (Mt 13.55-56; Mc 6.3).

Então, mais do que nunca, Jesus envolveu sua mãe de respeito e de ternura; e a partir daí, mais do que nunca, Maria demonstrou seu amor maternal por seu filho. Juntos, eles choraram e se consolaram com os demais irmãos de Jesus pela morte de José.

Fillion. Louis Claude,. Enciclopédia da vida de Jesus. Editora Central Gospel. 2 Ed 2008. pag. 237-238.

 

 

SINOPSE I

 

Jesus cresceu em uma família no mal e viveu como qualquer criança em Israel.

 

 

II – O MODO DE CRIAÇÃO DE JESUS

 

1- Jesus, o filho especial.

 

A despeito de Jesus ter sido especial, José e Maria nunca trataram os demais filhos com desprezo. Eles sabiam que havia algo especial na vida do primogênito, pois lhes fora revelado que Ele seria O Salvador, O Filho de Deus (Lc 1.35).

Nesse sentido, José e Maria souberam administrar essa diferença, sem diminuir os outros irmãos. Conheceremos melhor a maneira como nosso Senhor se desenvolveu, segundo a sua humanidade, analisando as fases de sua vida: a infância, a adolescência e a juventude.

 

 

COMENTÁRIO

 

 

Jesus foi o primogênito da casa de José e Maria (Lc 2.7), mas havia outros irmãos pelos nomes de Tiago, José, Judas, Simão e pelo meno s duas irmãs (Mc 6.3), como já afirmamos. Jesus nasceu por procedimento natural, ainda que nascido de uma virgem; cresceu e participava da vida familiar com normalidade, comendo, bebendo, dormindo e fazendo coisas mais da vida infantil.

A despeito de Jesus ter sido especial, José e Maria nunca trataram os demais filhos com desprezo. José e Maria sabiam que havia algo especial na vida de Jesus porque a eles fora revelado que seria o Salvador do mundo, o Filho de Deus (Lc 1.35). Indiscutivelmente, Jesus teve um desenvolvimento distinto dos demais meninos.

Podemos entender melhor sobre a humanidade de Jesus dividindo a sua história em fases distintas.

a) A primeira fase da vida de Jesus

O Império Romano, sob a autoridade de César Augusto, que reinou de 27 a.C. até o ano 14 d.C., querendo fazer um recenseamento do mundo romano, fez um decreto para que todas as famílias do império se alistassem. Naturalmente, a finalidade era para distribuir a cobrança de impostos. Esse decreto levou muitos anos para entrar em vigor. Porém, nos dias do nascimento de Jesus, esse recenseamento foi feito, e José e Maria tinham que voltar à sua cidade de origem para se alistar.

Então, mudaram-se de Nazaré para Belém da Judeia (Lc 2.4), onde Jesus nasceu para se cumprir a profecia do profeta Miqueias: “E tu, Belém Efrata, posto que és pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2). O seu nascimento é descrito do modo mais simples: “E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem” (Lc 2.7).

Maria cuidou do seu filho com os panos que tinha em mãos, mas, em vez de ter um berço de rei, Jesus foi colocado num cocho para ração dos animais. José e Maria não tinham outra alternativa, até porque a vida deles era simples e, naturalmente, aquele filho especial foi contemplado pelos anjos de Deus com a mensagem:

“Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.11). Depois de oito dias, José e Maria levaram o menino para a circuncisão e lhe deram o nome Jesus (Lc 2.21). Levaram, também, o menino Jesus ao Templo para ser consagrado por Simeão, o sacerdote (Lc 2.28,29).

Todo o tratamento que Jesus recebeu foi semelhante a outros meninos nascidos em Israel.

Cabral. Elienai,. RELACIONAMENTOS EM FAMÍLIA Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023. pag. 207-208.

 

 

Nazaré era uma pequena cidade da Galileia em 4 a.C., com muitas pequenas oficinas e artesãos. Um deles era José, um carpinteiro que acreditava descender do rei Davi e podia recitar sua ascendência.

Provavelmente era alfabetizado (em aramaico, o idioma vernáculo, e no sagrado hebraico), como a maioria dos judeus. Tomara como futura noiva uma adolescente, com aproximadamente dezesseis anos de idade, chamada Maria, também da casa de Davi e muito provavelmente sua parente. Ela vivia atrás ou acima da oficina, mas ainda era virgem. O casamento de ambos aconteceria no ano seguinte.

Ela vinha de uma família respeitável, sabia ler e escrever, cozinhar, tecer e costurar, e se preparava para ser a esposa diligente de um comerciante próspero.

PAUL JOHNSON. Jesus. Uma Biografia de Jesus Cristo Para o Século XXI. Editora Nova Fronteira Participações S.A. pag. 16-17.

 

 

Ele é Santo em seu ser (Lc 1.35). Ele é o único ser humano que entrou no mundo sem herdar o pecado original. Ele é semente da mulher, e não semente do homem (Gn 3.15). E essencialmente santo, pois não herdou o pecado da raça nem cometeu pecado algum. Jesus não compartilhou da natureza humana pecaminosa. Não conheceu pecado (2Co 5.21), não cometeu pecado (1Pd 2.22), e nele não existe pecado (1Jo 3.5).

Ele é gerado pelo Espírito Santo (Lc 1.35). A concepção de Jesus foi obra sobrenatural do Espírito Santo, e não resultado de uma relação entre José e Maria. O Espírito Santo desceu sobre Maria. O poder do Altíssimo a envolveu com sua sombra. Por isso, Jesus foi chamado Filho de Deus.

Seu corpo foi preparado para ele pelo Espírito Santo (Hb 10.5).

LOPES. Hernandes Dias. Lucas Jesus o Homem Perfeito. Editora Hagnos. 1 Ed 2017.

 

 

 

2- A infância de Jesus.

 

Após nascer em Belém da Judeia (Lc 2.4,7; Mq 5.1,2), nosso Senhor foi colocado num cocho para ração aos animais; não se tratava de objeto de um palácio real, pois seus pais não tinham uma alternativa.

Depois de oito dias, José e Maria levaram o menino para a circuncisão e lhe deram o nome de Jesus (2.21). Todo o tratamento que Jesus recebeu foi semelhante ao dos outros meninos nascidos em Israel. Nosso Senhor teve uma infância como a de qualquer menino da Judeia. Ele cresceu e desenvolveu-se sob os cuidados de seus pais.

Quanto à alimentação, proteção, saúde mental e física, e principalmente, a vida espiritual, Ele precisava dos cuidados de seus pais. Nosso Senhor teve de deixar a sua terra provisoriamente, tendo de ir para o Egito para escapar do Rei Herodes (Mt 2.13,14). Até que, mais tarde, juntamente com seus pais, Ele voltou para a terra de Israel (Mt 2.20,21).

 

 

COMENTÁRIO

 

 

Mesmo sendo o Filho de Deus, Ele nasceu como um ser humano dentro de uma família. Ele foi, literalmente, um menino que precisou ser amamentado e criado do mesmo modo que as demais crianças.

Ele foi crescendo juntamente com os irmãos que vieram depois dEle, tendo as mesmas atividades que os demais. Jesus foi crescendo e aprendendo sob os auspícios de seus pais. Apesar de ser o Verbo divino que se fez carne (Jo 1.14), a infância de Jesus foi como a de qualquer outro menino da Judeia. Ele precisava dos cuidados dos pais quanto à alimentação, proteção, saúde mental e física, e, acima de tudo, sua vida espiritual.

Ainda recém-nascido, com menos de dois anos, Jesus corria o risco de ser encontrado pelos homens de Herodes, que queria mata-lo porque o via como uma ameaça ao seu reino. Um anjo do Senhor apareceu a José em sonho, e ordenou que se levantasse e tomasse sua mulher, Maria, e o menino, e fugissem para o Egito (Mt 2.13,14).

José e Maria fugiram para o Egito, e pouca informação se tem sobre esse período da infância de Jesus até os 12 anos de idade. Depois de algum tempo no Egito, morreu o rei Herodes (Mt 2.19,20), e o anjo do Senhor voltou a aparecer para José em sonho e lhe deu ordem para voltar para a terra de Israel (Mt 2.20,21).

Cabral. Elienai,. RELACIONAMENTOS EM FAMÍLIA Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023. pag. 209.

 

 

Havia outro antigo sacerdote que servia no Templo, chamado Simeão. Lucas diz que ele era “justo e piedoso”, acreditando firmemente no advento do Messias. De fato, ele tivera a revelação de que “não veria a morte antes de ver o Cristo do Senhor” (2:25-26).

Quando Maria e José foram ao Templo para a purificação ritual de Maria após o parto e para a circuncisão de Jesus — de acordo com a lei judaica — o ancião estava presente, tomou a criança nos braços, bendisse a Deus e falou, usando palavras poéticas que ecoaram por gerações (2:29-32)

PAUL JOHNSON. Jesus. Uma Biografia de Jesus Cristo Para o Século XXI. Editora Nova Fronteira Participações S.A. pag. 23.

 

 

Ele era sujeito aos seus pais. Embora uma vez, para mostrar que era mais do que um simples homem, Ele tivesse se afastado dos seus pais, para tratar dos negócios do seu Pai celestial, Ele não fez disto um hábito, por muitos anos depois disto, mas “era-lhes sujeito”. Jesus obedecia às suas ordens e ia e vinha conforme eles lhe diziam, e, aparentemente, trabalhava com o seu pai no ofício de carpinteiro.

Ele deu às crianças um exemplo para que sejam obedientes e respeitosas aos seus pais, no Senhor. Tendo “nascido de mulher”, Ele estava sob a lei do quinto mandamento, para ensinar à descendência de crentes que assim deveriam ser para que Ele os aprovasse, como uma descendência fiel.

Embora os seus pais fossem pobres e humildes, embora o seu pai fosse apenas o seu suposto pai, ainda assim Ele era sujeito a eles; embora Ele estivesse fortalecido no espírito, e cheio de sabedoria, ou melhor, embora Ele fosse o Filho de Deus, ainda assim era sujeito aos seus pais; como, então, responderão aqueles que, sendo tolos e fracos, ainda assim são desobedientes aos seus pais?

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Novo Testamento MATEUS A JOÃO Edição completa. Editora CPAD. 1Ed 2008. pag. 538.

 

 

3- A adolescência de Jesus.

 

No Evangelho de Lucas, o texto bíblico declara que Jesus havia crescido em estatura, sabedoria e graça diante de Deus e dos homens (Lc 2.52). Na Bíblia, a informação que temos a respeito da adolescência de Jesus foi sua experiência aos 12 anos, em Jerusalém, com os doutores da lei (Lc 2.46). Nessa idade, o menino judeu é introduzido na vida religiosa e se torna um “ filho da lei” (hb. barmitzvah).

 

A ida de Jesus à Jerusalém com sua família se deu por causa da observância dos deveres religiosos, como participar das três festas mais importantes de Israel: a Páscoa, o Pentecostes e a Festa dos Tabernáculos (Êx 23.14-17; 34 23; Dt 16.16). Toda a celebração dura sete dias e, depois, todos voltavam para as suas cidades.

Os pais de nosso Senhor não imaginaram que Jesus ficaria para trás. Depois de três dias, eles o encontraram no interior do Templo conversando e discutindo com os doutores da Lei. Estes, por sua vez, estavam maravilhados com a sabedoria daquele adolescente.

 

 

COMENTÁRIO

 

 

Mesmo sendo o Filho de Deus, Ele nasceu como um ser humano dentro de uma família. Ele foi, literalmente, um menino que precisou ser amamentado e criado do mesmo modo que as demais crianças.

Ele foi crescendo juntamente com os irmãos que vieram depois dEle, tendo as mesmas atividades que os demais. Jesus foi crescendo e aprendendo sob os auspícios de seus pais. Apesar de ser o Verbo divino que se fez carne (Jo 1.14), a infância de Jesus foi como a de qualquer outro menino da Judeia. Ele precisava dos cuidados dos pais quanto à alimentação, proteção, saúde mental e física, e, acima de tudo, sua vida espiritual.

Ainda recém-nascido, com menos de dois anos, Jesus corria o risco de ser encontrado pelos homens de Herodes, que queria mata-lo porque o via como uma ameaça ao seu reino. Um anjo do Senhor apareceu a José em sonho, e ordenou que se levantasse e tomasse sua mulher, Maria, e o menino, e fugissem para o Egito (Mt 2.13,14).

José e Maria fugiram para o Egito, e pouca informação se tem sobre esse período da infância de Jesus até os 12 anos de idade. Depois de algum tempo no Egito, morreu o rei Herodes (Mt 2.19,20), e o anjo do Senhor voltou a aparecer para José em sonho e lhe deu ordem para voltar para a terra de Israel (Mt 2.20,21), um pouco, imaginando que Jesus estivesse vindo com outros meninos e famílias pela mesma estrada, mas Jesus ficou para trás.

Depois de três dias de buscas, José e Maria encontraram-no no interior do Templo em Jerusalém, conversando e discutindo com os doutores da Lei, os quais estavam maravilhados com a sabedoria daquele menino, chamado Jesus. Desde a infância até se formar um homem pronto para iniciar seu ministério aos 30 anos de idade, Lucas relata que “crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lc 2.52).

Cabral. Elienai,. RELACIONAMENTOS EM FAMÍLIA Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023. pag. 210-211.

 

 

Ela contou a Lucas um episódio chocante (2:42-51) que reafirmava as esperanças que tinha nele, mas confundiam sua compreensão. Ela, José e a criança formavam um trio unido, devidamente chamado de “Sagrada Família” na devoção cristã.

Havia muita fé em sua casa em Nazaré, muitas orações, e as festividades e práticas judaicas eram seguidas minuciosamente.

Todos os anos, na festa do Pessach, eles iam a Jerusalém para oferecer um sacrifício no Templo. Isso confirma o sucesso de José em seu ofício e a riqueza comparativa na qual viviam, pois, a viagem longa e cara significava afastar José do trabalho por muitas semanas. Nessa peregrinação anual eles tinham muitos “parentes e conhecidos”.

Quando Jesus estava com doze anos de idade, eles o consideraram crescido o bastante para ficar sozinho, explorando. O Templo, reconstruído por Herodes em escala gigantesca, era um enorme labirinto de pátios, salas e corredores, e a própria Jerusalém era uma grande cidade de palácios e fortes, e um amontoado de casas.

Quando chegou o momento de partir, “Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem”. Eles imaginaram que estivesse com amigos no comboio de mulas e burros e “andaram o caminho de um dia” antes de, subitamente assustados, se darem conta de que havia ficado para trás na cidade sagrada e corrupta.

PAUL JOHNSON. Jesus. Uma Biografia de Jesus Cristo Para o Século XXI. Editora Nova Fronteira Participações S.A. pag. 24.

 

 

Jesus entre os doutores em Jerusalém (Lc 2.46-48).

Três dias depois, José e Maria o acharam no templo, assentado entre os doutores, ouvindo-os e interrogando-os. Sua inteligência e suas respostas eram motivo de admiração de todos os que o ouviam. Ao encontrá-lo, Maria sente-se aliviada, mas pergunta a Jesus por que o filho tinha feito isso com eles, uma vez que ela e José estavam aflitos à sua procura.

LOPES. Hernandes Dias. Lucas Jesus o Homem Perfeito. Editora Hagnos. 1 Ed 2017.

 

 

Que eles comecem aos doze anos de idade, e ainda mais cedo, a procurar conhecimento, e a associar-se com aqueles que podem instruí-los – desejar instrução na juventude é um presságio promissor e esperançoso.

Muitas crianças da mesma idade de Cristo estariam brincando com as outras crianças no templo, mas Ele estava “no templo, assentado no meio dos doutores”.

(1) Ele os ouvia. Aqueles que desejam aprender devem ser “prontos para ouvir”. (2) Ele os interrogava.

Não sabemos se Ele o fazia como um professor (Ele tinha autoridade para perguntar) ou como aprendiz (Ele tinha humildade para perguntar), ou se como um colega, ou como um companheiro, investigador da verdade, que deve ser descoberta por averiguações mutuamente amistosas.

(3) Ele respondia a eles, o que era muito surpreendente e satisfatório.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Novo Testamento MATEUS A JOÃO Edição completa. Editora CPAD. 1Ed 2008. pag. 537.

 

 

4- A juventude de Jesus.

 

Dos 12 aos 30 anos de idade, a adolescência e a juventude de Jesus são praticamente desconhecidas. As únicas informações que a história nos fornece são as que estão reveladas nos Evangelhos. Depois da experiência com os doutores da Lei em Jerusalém, a Bíblia relata apenas que Jesus voltou a aparecer quando já tinha 30 anos, ao ser batizado por João Batista no rio Jordão.

Tudo o que se tem de conhecimento acerca desses anos ocultos da vida de Jesus é que Ele aprendeu a profissão de carpinteiro com José e a exerceu até os 30 anos, visto que José já havia morrido (Mc 6.3).

É possível que Jesus tenha sido o responsável pelo sustento da família por esses anos, e quando chegou a idade que o Pai estabeleceu para iniciar seu ministério, Ele deixou tudo e reuniu os discípulos, os quais se tornaram os apóstolos que fariam o seu Evangelho conhecido.

 

 

COMENTÁRIO

 

 

Dos 12 anos até os 21 anos de idade, Jesus teve sua adolescência praticamente desconhecida. Jesus ajudava o pai José e aprendeu a arte da carpintaria até mesmo para sobreviver. Porém, dos 12 aos 30 anos de idade, as únicas informações que a história nos fornece são as que estão reveladas nos Evangelhos.

Depois dessa experiência com os doutores da Lei em Jerusalém, a Bíblia relata apenas que Jesus voltou a aparecer quando já tinha 30 anos, para ser batizado por João Batista no rio Jordão (Lc 3.21,22).

Tudo o que se tem conhecimento acerca desses anos ocultos da vida de Jesus é que aprendeu a profissão com seu pai e exerceu essa profissão até os 30 anos, visto que José já havia morrido. É possível que Jesus tenha sido o arrimo da família por esses anos. Quando chegou o tempo que Deus estabeleceu para iniciar seu ministério, Ele deixou tudo e chamou discípulos, os quais se tornaram os apóstolos que tornariam conhecido o seu Evangelho.

Cabral. Elienai,. RELACIONAMENTOS EM FAMÍLIA Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023. pag. 211-212.

 

 

A morte de José, que se deu nos anos não registrados, levou ao colapso do lar de Nazaré; Maria foi viver com alguém de sua numerosa família ou seu clã, que incluía uma irmã e filhos crescidos, algumas vezes identificados como os irmãos de Jesus.

PAUL JOHNSON. Jesus. Uma Biografia de Jesus Cristo Para o Século XXI. Editora Nova Fronteira Participações S.A. pag. 27.

 

SINOPSE II

 

A criação de Jesus passou pela sua infância, adolescência e juventude.

 

 

AUXÍLIO EDUCAÇÃO CRISTÃ

FORMANDO A IMAGINAÇÃO DA CRIANÇA

Proporcionar uma educação cristã pela imaginação é uma bênção para os nossos filhos. Na fase da infância isso faz muita diferença, pois essa experiência acompanhará a criança na fase da adolescência, da juventude e aqui uma proposta do Dr. John Trent.

Trinta minutos diários são suficientes para você e seus alunos trabalharem a imaginação de seus filhos numa perspectiva cristã: “Em algum momento durante os maravilhosos dias da infância, faça questão de ler a coleção completa de As Crônicas de Nárnia, de C. S. Lewis, com o seu filho ou sua filha.

Esses livros são ótimos para a leitura em voz alta na hora de dormir e podem levar semanas até serem concluídos. De bônus, entretanto, deixe que sua filha ou seu filho atue como um dos grandes personagens da série.

Certifique-se de que escolham um dos personagens que permanecem fiéis do começo ao fim das histórias. Lucy é uma boa opção para as meninas, e Peter é uma boa opção para os meninos. Ao ler, simplesmente substitua o nome do personagem com o nome de seu filho ou sua filha.

Seus filhos terão uma empolgação extra ao imaginarem-se como herói ou heroína. Além disso, a experiência vai expor sua criança a um dos mais renomados pensadores e teólogos da história” (TRENT, John. 30 Maneiras de um Pai Abençoar seus Filhos. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, pp.67-68).

 

 

III – O TRÍPLICE DESENVOLVIMENTO DE JESUS

 

O Evangelho de Lucas 2.51,52 diz o seguinte: “E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no coração todas as essas coisas. E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens”.

 

 

1- Jesus crescia em sabedoria.

 

Jesus recebeu uma educação básica que qualquer menino judeu receberia. Ele aprendeu a ler e a escrever, viveu uma vida simples, pois sua família era pobre.

Nosso Senhor crescia em sabedoria, ou seja, sua relação com o Pai, seus princípios de vida e disposição em resolver problemas eram dignos de uma pessoa sábia. Certamente, essa foi a razão de Lucas cunhar a palavra “sabedoria” antes de “estatura” (Lc 2.52).

 

 

COMENTÁRIO

 

 

Mesmo tendo recebido a educação básica que qualquer menino judeu receberia, Jesus aprendeu a ler e escrever e viveu uma vida comum em uma família pobre. Nessa narrativa, Lucas, com excelente capacidade literária e inspirado pelo Espírito Santo, destacou “a sabedoria” antes da “estatura”, porque na mente do autor a sabedoria era mais importante para assinalar as suas relações com o Pai celestial.

Jesus, sendo Deus, reteve sua natureza divina, mediante o seu esvaziamento (Fp 2.7), e limitou-se a desenvolver qualidades humanas durante sua vida física, sem perder sua divindade. Entretanto, o seu desenvolvimento em sabedoria tinha por objetivo revelar o amor de Deus. Sua sabedoria era manifestada em princípios de vida e na solução de problemas sociais típicos da gente daquele tempo.

Cabral. Elienai,. RELACIONAMENTOS EM FAMÍLIA Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023. pag. 212.

 

 

*…enchendo-se de sabedoria…….O particípio, no grego, subentende era processo contínuo de ser cheio, e por isso transmite o mesmo pensamento expresso no vs. 52 sobre o aumento de sua sabedoria. «A alma de Jesus era humana, isto é. sujeita às condições e limitações do conhecimento humano, e teve de aprender como devem fazê-lo todas as almas humanas.

A heresia de Apolinário, que criou a teoria da encarnação sobre a suposição de que a Palavra divina (o Logos do evangelho de João), na humanidade de nosso Senhor, tomou o lugar da mente ou intelecto humano, é neste versículo, antecipada e condenada» (Ellicott, in loc.). A heresia docética floresceu em «alguns quadrantes da igreja primitiva, e os evangelhos apócrifos a contêm.

O docetismo ensina que Jesus era homem apenas na aparência. Contudo, apesar dessa declaração ser considerada herética pela igreja cristã moderna, as explicações dadas quanto à vida de Jesus e sobre como ele viveu esse tipo de vida, a saber, por ter feito tudo quanto fez impulsionado pela natureza divina, em realidade não diferem da antiga heresia docética. Mas Jesus era também verdadeiro homem, segundo este texto mostra.

CHAMPLIN, Russell Norman, O Novo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos. Vol. 2. pag. 36.

 

 

Ele cresceu em sabedoria. A mãe, a natureza, a Escritura Sagrada, a vida e a oração representaram os ricos recursos que haviam sido proporcionados ao menino Jesus para amadurecer em direção de um saber claro e saudável.

Há algo admiravelmente grandioso em uma vida conduzida com sabedoria, na qual tudo é aquilatado e praticado à luz da eternidade, onde se aprende a incluir a totalidade da vida terrena – com suas preocupações, sofrimentos e alegrias, suas necessidades e demandas diárias, seus constrangimentos e tentações – de forma cada vez mais completa no grande acorde básico do “Uma coisa só importa” [hino de J. H. Schröder, † 1699, HPD, nº 171, cf. Lc 10.42], perguntando em todas as situações:

Como o Senhor no céu pensa a esse respeito, e como você pensará a respeito disso um dia, quando a terra estiver a seus pés e você se escontrar na luz da eternidade? Isso é sabedoria. Posicionar-se dessa maneira aqui na terra a partir do mirante da eternidade – isso é sabedoria. Adquirir nela cada vez mais treino, experiência e agilidade – isso significa “crescer em sabedoria”.

Até onde posso ir em cada situação? Até que ponto devo falar ou silenciar no convívio com outros? Quando devemos dizer ao próximo que pecou contra nós, em particular? Quando e por quanto tempo temos de suportá-lo calados? E onde precisamos ceder, onde insistir em nossos direitos? Até que ponto devemos consolar ou primeiramente exortar um sofredor? Quanto descanso podemos requerer para nós? Quando e de que maneira temos de ajudar o empregado que falta ao trabalho?

Até que ponto podemos ser “tudo para todos”? Como devemos posicionar-nos diante dos partidos na igreja e no Estado? Essas perguntas não são respondidas abrindo a Bíblia e selecionando mecanicamente um versículo qualquer, mas relacionando corretamente o conhecimento de Deus e do mundo obtido pela palavra de Deus, e quando levamos em consideração, mediante sábia apreciação, a situação e as pessoas envolvidas naquela ocasião.

Fritz Rienecker. Comentário Esperança Evangelho de Lucas. Editora Evangélica Esperança.

 

 

2- Jesus crescia em estatura.

 

A palavra “estatura” se refere ao crescimento físico do menino Jesus, pois o texto está no contexto do desenvolvimento físico de nosso Senhor.

Jesus viveu em Nazaré até os 30 anos, tinha a estatura mediana de qualquer judeu. Seu corpo era normal e saudável. Não por acaso, Jesus se desenvolveu no trabalho de carpintaria (Mc 6.1-3).

 

 

COMENTÁRIO

 

 

Sua estatura era mediana como a de qualquer judeu. Ele não cresceu em “estatura” descomunal, mas essa passagem das Escrituras refere-se ao crescimento físico do menino Jesus, porque quando o texto foi citado Jesus tinha apenas 12 anos de idade.

Na vida cotidiana em sua casa em Nazaré, cuidava dos pais com amor e carinho. Ele era o primogênito de Maria, e desenvolveu seu porte físico trabalhando com o pai, o qual lhe ensinou a arte da carpintaria (Mc 6.1-3).

A palavra “estatura” pode ter, também, um sentido figurado de “altura e grandeza moral e espiritual”. Porém o contexto dessa passagem bíblica indica o seu desenvolvimento físico. Até os 30 anos, Jesus viveu em Nazaré com sua mãe e seus irmãos, visto que José já havia morrido. Era, portanto, um homem de estatura mediana como a de qualquer judeu, pois tinha um corpo normal e saudável.

Cabral. Elienai,. RELACIONAMENTOS EM FAMÍLIA Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023. pag. 213.

 

 

….Crescia o menino…….Temos aqui uma espécie de sumário da vida inicial de Jesus, tal como Lucas já provera um sumário semelhante acerca da vida de João Batista, em Luc. 1:80. João Batista internou-se no deserto, vivendo como asceta, certamente como os essênios também costumavam fazer.

Mas Jesus viveu como menino comum, no seio de sua família. João «crescia» no espírito. Mas Jesus era cheio de sabedoria e desfrutava do favor tanto de Deus como dos homens.

O texto subentende o crescimento e o desenvolvimento espiritual de Jesus, e isso não nos deve surpreender, porquanto era homem autêntico. Desenvolvia-se tal como devia. Aprendeu a falar e a escrever. Falava-se o hebraico nas escolas e o aramaico nas conversas diárias. Também aprendeu a comunicar-se com Deus, e precisamos aprender a fazer outro tanto, segundo o modelo por ele deixado. Jesus estava sendo «aperfeiçoado·, como também lemos no trecho de Heb. 2:10.

Passou pelas mesmas experiências pelas quais devemos passar, e precisou aprender por meio dos seus sofrimentos. Contudo, sempre se mostrou obediente, e desenvolveu-se como todo homem deve desenvolver-se. Tal é o ensino da encarnação e da humanidade de Cristo.

A igreja tende a esquecer-se de que Jesus também foi homem, e com demasiada frequência subestima a importância da vida terrena de Jesus. Agiu do modo que fez porque desenvolveu as capacidades espirituais para tanto, e esse desenvolvimento está disponível a todos os homens.

Jesus compartilhou de nossa natureza e de nossa existência, a fim de que pudéssemos compartilhar de sua natureza e de sua vida celestiais.

CHAMPLIN, Russell Norman, O Novo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos. Vol. 2. pag. 36.

 

 

Ele se aprimorou, progrediu, causando admiração (v. 52): Ele “crescia em sabedoria, e em estatura”. Ele não poderia crescer nas perfeições da sua natureza divina; mas aqui a referência é à sua natureza humana.

O seu corpo crescia em estatura e em volume, Ele estava na idade de crescimento; e a sua alma crescia em sabedoria, e em todos os dons de uma alma humana. Embora a Palavra E terna estivesse unida à alma humana desde a sua concepção, ainda assim a divindade que residia nele se manifestava gradativamente na sua humanidade, ad modum recipientis – de acordo com a sua capacidade.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Novo Testamento MATEUS A JOÃO Edição completa. Editora CPAD. 1Ed 2008. pag. 538.

 

 

3- Jesus crescia em graça diante de Deus e dos homens.

 

A graça para com Deus Pai tinha a ver com a consciência de Jesus quanto à sua natureza e missão (Jo 1.1,14). Essa consciência pode ser constatada no episódio em que seus pais o acharam no Templo discutindo com os doutores da Lei. Gentilmente, Ele respondeu para seus pais: “Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? (Lc 2.49).

Já a graça para com os homens tinha a ver com sua personalidade carismática, no sentido de atrair pessoas para ouvir a sua mensagem. O carisma de Nosso Senhor se revelava ao abrir a boca para falar do Reino de Deus.

 

 

COMENTÁRIO

 

 

A graça que tinha para com Deus, o Pai, tinha a ver com a consciência que Jesus tinha de quem era e porque, sendo Deus, se fez carne (Jo 1.1,14). A consciência que Ele tinha do seu papel como Filho de Deus é revelada no episódio quando seus pais o acharam no Templo discutindo com os doutores da Lei.

Ele gentilmente respondeu a José e Maria: “Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?” (Lc 2.49).

Ora, cuidar dos “negócios do Pai e fazer a sua vontade” eram mais importantes que comer e beber, e mais importante até mesmo que o aconchego da sua família. “A graça para com os homens” dizia respeito à simpatia que Ele irradiava para com as pessoas, especialmente as mais carentes, e ao poder que Jesus tinha para atrair para si a esperança dos pecadores de serem salvos. Sua personalidade era cativante e seu carisma era manifestado quando abria a boca para falar do Reino de Deus.

Cabral. Elienai,. RELACIONAMENTOS EM FAMÍLIA Superando Desafios e Problemas com Exemplos da Palavra de Deus. Editora CPAD. 1ª edição: 2023. pag. 213-214.

 

 

Jesus revela sua perfeita humanidade (Lc 2.52). Jesus cresceu como um menino comum. Seu crescimento físico, intelectual, moral e espiritual era perfeito. Seu desenvolvimento foi horizontal e vertical, tanto diante dos homens como diante de Deus.

LOPES. Hernandes Dias. Lucas Jesus o Homem Perfeito. Editora Hagnos. 1 Ed 2017.

 

 

A medida que as faculdades da sua alma humana ficavam cada vez mais capacitadas, os dons que Ele recebia da natureza divina eram transmitidos, mais e mais. E Ele crescia “em graça para com Deus e os homens”, isto é, em todas aquelas graças que o faziam aceitável a Deus e aos homens.

Desta maneira, Cristo se adaptou ao seu estado de humilhação, para que, tendo concordado em ser um bebê, uma criança, e um jovem, a imagem de Deus brilhasse mais forte nele quando crescesse.

Esta glória do Pai brilhava ainda mais na vida de Jesus quando Ele cresceu, já não sendo mais um bebê ou uma criança. Observe, então, que à medida que os jovens crescem em estatura, devem crescer também em sabedoria; e, ao crescerem m sabedoria, crescerão no favor de Deus e dos homens.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Novo Testamento MATEUS A JOÃO Edição completa. Editora CPAD. 1Ed 2008. pag. 538.

 

 

4- Lições importantes.

 

Olhando para o desenvolvimento de Jesus em sua família, podemos aprender que a educação de filhos cristãos tem a ver com o desenvolvimento emocional, social e, principalmente, espiritual.

Os pais precisam ter essa consciência de que está sob a sua responsabilidade prover o ambiente propício para que os filhos se desenvolvam de maneira saudável e geral. Outro fator de destaque é a sabedoria dos pais de Jesus em não manifestar predileção pelos filhos.

Por exemplo, a singeleza de Maria em “guardar tudo no coração” revela uma personalidade discreta, não precipitada e equilibrada (Lc 2.51). Equilíbrio e bom senso não podem faltar na educação dos nossos filhos.

 

 

COMENTÁRIO

 

 

Maria não ficou totalmente sem compreensão, mas que continuava a entesourar todas essas ocorrências em seu coração, arquivando todos os acontecimentos que circundavam a vida de seu Filho e refletindo a respeito deles; e assim, sem dúvida, gradualmente foi obtendo um conhecimento mais profundo sobre o que significaria a vida dele no tocante à sua identidade especial.

CHAMPLIN, Russell Norman, O Novo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos. Vol. 2. pag. 40.

 

 

A sua mãe, embora não compreendesse perfeitamente as palavras do seu Filho, ainda assim as guardava no coração, esperando que no futuro elas lhe fossem explicadas, e então ela as compreenderia completamente, e saberia como fazer uso delas. Ainda que possamos negligenciar as palavras dos homens, por serem obscuras (Si non vis intelligi debes negligi -Se não for compreensível, não tem valor), não devemos pensar a mesma coisa a respeito das palavras de Deus. Aquilo que, a princípio, é obscuro, para que não saibamos o que fazer pode, no futuro, ficar claro e fácil; portanto, nós devemos guardá-lo para o futuro. Veja João 2.22.

Nós podemos, em outra ocasião, encontrar uso para aquilo que não nos parece ter utilidade agora. Um aluno memoriza aquelas regras gramaticais cujo uso ele não compreende no presente, porque lhe foi dito que no futuro elas lhe terão utilidade; a mesma coisa nós devemos fazer com as palavras de Cristo.

HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Novo Testamento MATEUS A JOÃO Edição completa. Editora CPAD. 1Ed 2008. pag. 538.

 

 

51b – Sua mãe, porém, guardava todas estas coisas no coração.

Maria não sai do templo em completa alegria por ter reencontrado o filho, mas “meditando”. A palavra “meu Pai” tornou a tirar-lhe o filho, que julgava recém-reencontrado. Ainda que seus pés agora deixem para trás o templo e caminhem para a terra natal, ela sente que o coração de seu filho continua no alto junto do Pai, no qual sua mente está inabalavelmente concentrada.

Isso, no entanto, de forma alguma impede que ele permaneça sendo um filho verdadeiro e exemplar em amor e obediência para seus pais.

Maria guardava todas essas palavras. Não esquecia que, de acordo com a palavra do anjo, ela tinha de cuidar do Filho do Altíssimo, que somente lhe fora “emprestado” e que somente possuiria eternamente se o devolvesse com toda auto-renúncia ao Altíssimo.

Voltamos à leitura do v. 40: Crescia o menino e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.

Fritz Rienecker. Comentário Esperança Evangelho de Lucas. Editora Evangélica Esperança.

 

 

SINOPSE III

 

O Senhor Jesus crescia em sabedoria, em estatura e em graça para com Deus e os homens.

 

 

AUXÍLIO EDUCAÇÃO CRISTÃ

UM TEMPO DE QUALIDADE COM OS FILHOS POR MEIO DA LEITURA

Não há dúvida que a leitura é o instrumento mais democrático e barato para se educar uma criança. Por isso, reproduzimos aqui mais uma sugestão do dr. John Trent, em “Bênção Lida em Voz Alta”, para que os nossos filhos se desenvolvam em sabedoria, estatura e graça para com Deus e os homens: “Uma forma como minha esposa, Cindy, costumava abençoar nossas meninas era reservando tempo para ler com elas.

Embora contássemos as tradicionais histórias na hora de dormir, Cindy também descobriu várias maneiras adicionais de ler com nossas filhas algo que lhes transmitisse suas bênçãos e criasse um vínculo entre todos nós.

Sou feliz em dizer que, mesmo com nossas filhas crescidas, essa tradição ainda se mantém nas viagens de carro da família Trent e quando nossas filhas estão em casa nos feriados. Aqui estão algumas maneiras de transformar a história na hora de dormir ou o período dentro do carro em momento de bênçãos para seus filhos […].” Continua em: TRENT, John. 30 Maneiras de uma Mãe Abençoar seus Filhos. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, pp.31-32.

 

 

CONCLUSÃO

 

A família de Jesus é um exemplo de boa formação familiar. A respeito dos pais, aprendemos a ser equilibrados, ponderados e não manifestar predileções pelos filhos.

A respeito de filhos, nosso Senhor foi obediente e atencioso aos seus pais em todas as coisas. Que nossa família seja um ambiente propício para o desenvolvimento espiritual, emocional e social de nossos filhos!

 

 

REVISANDO O CONTEÚDO

 

1- Qual era a descendência de José e Maria?

José e Maria eram descendentes da família real de Davi (Lc 2.4,5), da raiz de Jessé (Is 11.1).

 

2- Cite pelo menos três nomes dos irmãos de Jesus.

Tiago, José e Judas.

 

3- O que José e Maria souberam fazer a respeito de Jesus em relação aos seus irmãos?

A despeito de Jesus ter sido especial, José e Maria nunca trataram os demais filhos com desprezo. Eles sabiam que havia algo especial na vida do primogênito, pois lhes fora revelado que Ele seria o Salvador, o Filho de Deus (Lc 1.35). Nesse sentido, José e Maria souberam administrar essa diferença, sem diminuir os outros irmãos.

 

4- Como foi o tratamento que Jesus recebeu?

Todo o tratamento que Jesus recebeu foi semelhante ao dos outros meninos nascidos em Israel.

 

5- Cite os elementos que formam o tríplice desenvolvimento de Jesus. Sabedoria, estatura e graça.

 

 

VOCABULÁRIO

 

Cocho: bebedouro ou comedouro para gado, de material variado e formato semelhante ao tronco escavado.

 

ELABORADO: Pb Alessandro Silva.

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10 LIÇÃO 2 TRI 23 – QUANDO OS PAIS SEPULTAM SEUS FILHOS

 

10 LIÇÃO 2 TRI 23 – QUANDO OS PAIS SEPULTAM SEUS FILHOS

 

TEXTO ÁUREO

 

Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos (2Co 4.8-9)

 

 

VERDADE PRÁTICA

 

Não devemos ser indiferentes à morte inesperada, mas também não podemos nos desesperar

 

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9 LIÇÃO 2 TRI 23 – UMA FAMÍLIA NADA PERFEITA

 

 

9 LIÇÃO 2 TRI 23 – UMA FAMÍLIA NADA PERFEITA

 

 

TEXTO ÁUREO

 

“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.” (Gl 6.7)

 

VERDADE PRÁTICA

 

Tudo o que os membros da família plantaram colheram. Essa é uma lei universal de Deus que pode ser constatada na própria natureza.

 

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8 LIÇÃO 2 TRI 23 – A IMPORTÂNCIA DA PATERNIDADE NA VIDA DOS FILHOS

 

8 LIÇÃO 2 TRI 23 –  A IMPORTÂNCIA DA PATERNIDADE NA VIDA DOS FILHOS

 

 

TEXTO ÁUREO

 

“E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.” (Ef 6.4)

 

 

VERDADE PRÁTICA

 

Quando o padrão divino para a criação de filhos é negligenciado, as consequências são terríveis para a família cristã.

 

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